Como dizem por aí, amar não custa nada. Mesmo se custasse, continuaria valendo o custo.Independente do preço, o valor real está inserido no clichê tão abordado nos filmes, livros, revistas. O amor vende por ser o principal sentimento do cotidiano. Não é o principal pela quantidade de pessoas que o sentem, mas com certeza,  pela mudança que ocorre com quem é passível de amar. Alguns mais facilmente, outros a duras penas… Não importa. O verbo mais conjugado da história da humanidade, é o tema do post de hoje.

 

Barreiras, certos e errados

 

Eu quero falar com o dia
Observar a noite
dormir ao entardecer


Voltar para quando desconhecia
sua presença açoite
nada tinha há perder


Já que perto do teu olhar profundo
me perdoe o mundo
mas preciso me atirar


Na relva que me acalma
presenciado por tua alma
não quero mais levantar


Posso perder os sentidos
não sentir você até a eternidade

Meus sentimentos talvez punidos
restando somente a saudade.

Mas caso permaneça sentindo
o que sinto ao lhe ver sorrindo
a relva é o teu lugar

As leis do teu corpo infringindo
Mesmo que esteja fingindo
teu coração irá me mostrar

Breno Massena.

Amo, logo preciso.

 

“Necessário, somente o necessário e o extraordinário é demais”

Obrigado pela leitura!

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Um grande abraço.



 

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