Bem vindos e boa leitura!

Caríssimos leitores, de valor inestimável para mim. Hoje venho aqui para postar um poema que fiz há algumas semanas. Nele, não reflito uma situação clara da minha vida, mas sim, mostro para vocês como funcionaram – ou não- certos momentos da vida de todos nós.

Todos somos especiais, mas com certeza, não tão diferentes assim. Espero trazer para vocês, no mínimo, uma agradável leitura!

Segue abaixo:

O Errante.

Não há desculpas meu bem
Se não quiseres, eu irei
Pois na terra onde era rei
Hoje não passo de alguém

Desculpas póstumas, eu sei
Foste uma e parecestes cem
Hoje faz tudo o que lhe convém
Num mundo que eu lhe mostrei

Por mais que faças de outro jeito
Farás de maneira errante
Irá julgar em outro pleito
Lhe faltará a consoante

Só andarás para um lado
talvez na direção contrária
Pois ao largar o homem errado
Optou pela opção primária

Desfez-se da única pessoa
Que lhe deu certo valor
Hoje o meu canto entoa
Nos braços de outro amor.

Breno Massena.

“Necessário, somente o necessário e o extraordinário é demais”

Voltem sempre que quiserem. Recomendar é necessário. Divulgar é essencial.

Beijos e abraços!

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